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17 de set. de 2009

COPA DO FREVO(RECIFE)-SÓ DEU ATLETAS ALAGOANOS

A COPA DO FREVO OCORREU EM RECIFE DIA 13 DE SET 2009
OS ATLETAS DE ARAPIRACA ESTAVAM COM A CORDA TODA,DEPOIS DE COMPETIR O VI CAMP. ALAGOANO DE CICLISMO EM MACEIÓ,ELES SEGUIRAM RUMO A RECIFE, PARA COMPETIR A COPA DO FREVO É NÃO É QUE CONQUISTARAM O TITULO,FORAM TRES MEDALHAS DE OURO,TRES MEDALHAS DE PRATA E TRES MEDALHAS DE BRONZE.PARABÉNS AOS ATLETAS ARAPIRAQUENSES,PELA PROEZA,E PARABÉNS POR ESTAREM BATALHANDO PARA CONQUISTAR OS SEUS SONHOS.

CLASSIFICAÇÃO DA COPA DO FREVO(RECIFE)13/09/09

CATEGORIA ELITE
1º ADEMILTON DOS SANTOS(GIRAL DO PONCIANO)
2º FÁBIO ROCHA (KIKO)(ARAPIRACA)
3º JOSÉ EDSON (DEDA)(ARAPIRACA)

CATEGORIA MASTER A
2º JOSÉ WILTON (TEKA)(ARAPIRACA)
4º FLÁVIO SANTOS(CAMPO GRANDE)
5º ERISVALDO LINS(ARAPIRACA)

CATEGORIA MASTER B
3º JOSÉ ESTEVÃO(ARAPIRACA)

CATEGORIA JUNIOR
1º JEAN ANGELINO(SANTANA DO IPANEMA)
2º WEILLER ROCHA(ARAPIRACA)
3º FELIPE AMORIM(ARAPIRACA)

CATEGORIA JUVENIL
1º THIAGO SILVA (POÇO DAS TRINCHEIRAS)


A FAC AGRADEÇE AO LINS POR NOS TER CEDIDO AS FOTOS.OBRIGADO LINS!

11 de jul. de 2009

Lance Armstrong !

O mito do ciclismo fala do Tour, do regresso, do colega/rival Contador, da experiência do Giro e da forma como os outros ciclistas o olham



Lance Armstrong considera que atingiu os seus objectivos e que provou que o seu regresso não foi um fracasso. Na escala dos grandes hotéis do Mónaco, o quarto parece modesto, muito modesto mesmo. O séptuplo vencedor do Tour submeteu-se ao mesmo tratamento que os seus companheiros de equipa da Astana. O mesmo pardieiro anónimo ao fundo de um grupo de corredores, onde impera a cafeteira, o boné Mellow Johnny?s (nome da sua loja de bicicletas em Austin), a consola do iPod e a "máquina para twittar" que vão com ele para todo o lado. O seu corpo ressequido ("comecei a maioria dos meus Tours de France a pesar entre 74 kg e 74,5 kg. Agora tenho menos de 73", diz) basta para contar as horas de treino e de corrida. Com 37 anos, Lance Armstrong está pronto a partir para a sua 12.a Volta a França.


Que sentido atribui ao seu regresso?
Não o faço por dinheiro, nem para ganhar outro Tour nem para me tornar célebre? Já tenho isso tudo. Trata-se de ajudar a minha fundação [Livestrong, que apoia a luta contra o cancro] e da minha vontade de correr. Quero correr. Não consigo dizer isso suficientemente alto! Corro a Volta a França gratuitamente, por nada. As minhas intenções são puras, acredite.
Já passou por momentos em que se arrependeu de ter tomado essa decisão?
Sim. Depois da minha queda [na Volta a Castela e Leão, no fim de Março, partiu a clavícula direita]. Também foi uma nova experiência para mim, uma queda dessa magnitude. Nesse momento perguntei a mim próprio se tinha tomado a decisão certa. Mas ao fim de duas ou três semana voltei ao normal.
Normal?
É que nunca tinha tido grandes quedas. Nunca tinha ido para o hospital, nunca tinha sido operado, nunca tinha partido nada. Foi um choque...
Actualmente, sentado na bicicleta, acontece-lhe pensar nisso?
Não. Pouco tempo depois, sim. Mas o Giro fez-me bem. Foi uma corrida nervosa; foi preciso bater-me todos os dias para manter a minha posição. Antes, digamos que há cinco anos, eu era o último a travar. E no começo desta temporada era o primeiro. Foi um problema. Agora sou? um dos últimos. O Giro vacinou-me.
Que verificou desde o seu regresso? É mais fácil ou mais difícil do que imaginava?
Hmmmm? É certamente mais difícil. Veremos no Tour, mas o Giro [terminou-o em 12.o lugar] foi difícil. Provavelmente porque houve a queda e eu só tinha tido três semanas de treino antes disso. É difícil estar nas melhores condições nessa situação, mas fiz progressos durante o Giro e isso é um bom sinal. Em todo o caso, é decerto mais difícil do que imaginava e tem mais a ver com o tempo que passei fora dos circuitos (três anos e meio) que com a minha idade (37 anos). Tive outro tipo de vida durante três anos e meio. A idade não é assim tão importante. No ano que vem estarei mais forte que este ano.
Depois de quatro anos volta a descobrir o Tour. Mudou muito?
Não. Continua a ser a jóia da coroa, o acontecimento mais importante do ciclismo. E, com todo o respeito, o Tour é provavelmente grande de mais para o ciclismo. O Tour está aqui [mostra a mão direita] e os outros eventos estão bem abaixo [baixa a mão violentamente]. Este tipo de diferença não é muito saudável. Mas, enfim, este ano o Tour vai ser formidável, interessante do princípio ao fim.
O que é que o entusiasma mais no Tour?
Há muitas chegadas interessantes. Mesmo o contra-relógio por equipas [em Montpellier, a 7 de Julho] é emocionante. E depois há o Ventoux [a 25]?
Fez o reconhecimento das etapas alpinas, dos circuitos cronometrados (Mónaco, Montpellier e Annecy), mas não do Ventoux. Porquê?
Conheço-o quanto baste.
Qual a sua fasquia mais alta em termos de resultados neste Tour?
Isso depende da equipa. Se o Alberto [Contador] for super, corro por ele. A minha posição na classificação não é importante. Estou em boa condição física, mas é preciso respeitar a equipa. Em termos pessoais, ficaria contente se ficasse nos primeiros 3 ou 5 lugares. Não é forçoso ser eu a ganhar. Já provei que era um grande corredor. Este ano também. Não é assim tão fácil fazer o que fiz este ano. Sabe, faço-o por prazer. Não tenho mais nada a provar. Se um dia estiver farto, mesmo durante o Tour, volto para casa sem qualquer problema.
Considera que já ganhou a aposta?
Na perspectiva da fundação, sim, já ganhei. É uma vitória. Para além de todas as expectativas. Para a minha credibilidade enquanto corredor, mesmo que não ganhe o Tour, nem o Giro... sim, penso que também é uma vitória.
Qual foi a sensação quando voltou a erguer os braços em Nevada City, há alguns dias?
Tinha feito essa corrida em 1990 e acabei em 2.o lugar. Dezanove anos depois, ganhei-a. Sou como Jeannie Longo [lenda do ciclismo feminino]... E posso garantir-lhe que em 2009 estava em melhor forma que em 1990. Muito melhor. E depois foi no Dia do Pai, na presença dos meus filhos?
O que pode perder neste Tour?
Posso cair, mas isso é outra coisa. O importante é a dinâmica entre mim e Alberto [Contador]. Se ele for o melhor na corrida e eu não o ajudar, vou perder muito. Quando o Levi [Leipheimer, seu companheiro de equipa na Astana] estava na mó de cima, ajudei-o em todas as corridas, tanto no Giro como na volta à Califórnia. Eu sou como o Levi, como o Rast, como o Zubeldia; tenho de dar ouvidos ao Johan [Bruyneel, o chefe da equipa Astana]. As pessoas compreendem que os corredores devem acatar as ordens do seu director desportivo. Se o meu desempenho não estiver ao nível do que esperam de mim, isso não será um fracasso. Já fiz tudo aquilo que queria fazer.
No Giro, alcançou o objectivo pretendido?
Foi difícil. Em certos aspectos, o Giro é mais difícil que o Tour. A Itália não é um país plano. Dê uma espreitadela ao mapa ou ao Google Earth e perceberá o que quero dizer. A corrida foi diferente das anteriores. O Giro é famoso pelo seu ritmo "piano, piano". Mas este ano, a cada dia, ao baixar da bandeira, tinha-se direito ao primeiro ataque. Todos os dias! Batemos o recorde da velocidade. Mais de 40 km/h num país como este, com todas aquelas montanhas e colinas. Foi duro.
Qual foi o corredor que mais o impressionou na Volta à Itália?
Denis Menchov! Sem qualquer dúvida. Um desempenho total, o melhor nas provas cronometradas. Numa chegada ao cume da montanha, já não me lembro de qual (16.a etapa, Pergola-Monte Petrano), ele chegou a ir buscar a bonificação à frente do Danilo Di Luca. A verdadeira classe. Menchov era bom, tanto mais que a equipa dele [Rabobank] não o era propriamente. Ele foi inteligente.
O seu outro objectivo era perder peso. Perdeu o suficiente?
Sim, mais que o suficiente. Comecei a maioria dos meus Tours a pesar entre 74kg e 74,5 kg. Agora peso menos de 73. Estou muito menos pesado que dantes graças ao Giro.
Quanto à atitude dos outros corredores consigo, continuam a considerá-lo o chefe?
No Giro olhavam para mim como se fosse o patrão. Mas outro tipo de patrão. No passado, diziam uns aos outros: "Ele é o patrão. Não lhe fales." No Giro houve a história de Milão em que todos diziam que não podíamos correr [por motivos de segurança, os corredores pediram a neutralização de uma parte da corrida que se disputava num circuito urbano]. Aí os outros corredores vieram ter comigo. E durante toda a corrida penso que ninguém teve qualquer dificuldade em falar comigo. As relações são mais abertas que anteriormente. Mas não se podem comparar com o Tour. No Tour temos de ganhar. Antigamente, costumava dizer aos tipos da minha equipa: "Atenção, durante um mês deixamos de ter amigos." Estávamos concentrados na corrida. Tinha chegado o momento de sermos sérios. Em França não era uma atitude muito popular. Um corredor que seja muito sério, que só pense em fazer o seu trabalho, como um robô, e que ganhe, não é romântico, não tem panache. Agora compreendo. Mas no Giro não senti nenhuma pressão deste tipo.
Os norte-americanos pressionam. Não aceitam senão a vitória. Mas em França também apreciam o 2.o lugar?
Já debati essa questão com Cédric Vasseur, que foi meu companheiro de equipa já há muito tempo [temporada de 2000-2001]. Perguntei-lhe qual era o problema que os franceses tinham comigo. E ele disse-me: "Sabes, Lance, não gostamos de vencedores." Eu respondi-lhe: "Mas de que estás tu a falar?" Ele respondeu: "Gostamos dos que ficam em 2.o ou 3.o lugar com boas histórias para contar e rostos expressivos. "Para mim, o máximo do romantismo é trabalhar mais que qualquer um, entregar-se a fundo na corrida, mais que qualquer um, ser mais sério que qualquer um e... ganhar. Eu pensava que essa maneira de ver as coisas era a mais popular. Mas depois percebi que não era verdade. Mesmo assim, no sábado, quando chegar a minha vez no cronómetro, vou partir a cem por cento. Não consigo conceber que essa atitude seja interpretada negativamente.
Os outros corredores respeitam-no tanto como dantes?
Depende do que se entende por respeito. Penso que eles respeitam os meus sete Tours. Mas, se perguntar quem vai vencer aos 200 tipos que estão na linha da meta, só 30 dirão o meu nome. Há quatro anos teriam sido 150. Mas quando estou num grupo, claro que há sempre respeito.
Dantes dedicava mais tempo ao ciclismo. Actualmente, não lhe parece que está a fazer coisas de mais?
Não é fácil responder-lhe. Há a fundação, a família, o negócio, as viagens. Mesmo o Levi Leipheimer não consegue acreditar que faço isso tudo. Estou sempre em movimento. Mas preciso de movimento na minha vida. A ideia de me sentar num sítio durante muito tempo não tem a ver comigo.
Como decorreram os treinos em Aspen?
Bastante bem. Os desfiladeiros são altos, mas não há subidas tão íngremes como nos Alpes. Já não há desfiladeiros do tipo do Grande São Bernardo, longos e regulares. Não é necessariamente o melhor local para treinar, mas fiquei cansado depois do Giro. Deu-se o nascimento do meu filho Max e os meus outros filhos estavam presentes. Foi um mês agradável. O Max já dá noites boas e é sempre a mãe que se levanta quando ele chora durante a noite. E diz-me: "Não, tu estás a treinar para o Tour?"
O contra-relógio do Mónaco poderá dar origem a uma hierarquia no seio da equipa Astana?
Claro que sim. Mesmo que não seja importante em termos de diferença, uns cinco ou dez segundos, o público, os jornalistas e os mecânicos vão logo dizer: "Ah, fulano vai à frente."
Bruyneel nomeou Contador chefe da equipa. Mas é difícil acreditar nele; pensa-se que seja uma precaução?
Ele fez isso no site da Astana, na internet, não foi? Todos me fazem essa pergunta. Pedi explicações a Johan, porque se houver um líder é melhor que todos o saibam. É melhor que sejam abertos e francos. Dizem que há um chefe; é um facto consumado e todos trabalham para ele. Mas esse debate não teve lugar? A maioria das pessoas considera Alberto o favorito e eu penso que ele é o melhor corredor numa prova por etapas. Mas não podemos esquecer Leipheimer.
Compreende que Contador se preocupe a respeito da sua verdadeira situação no seio da equipa?
Não há razão para isso. Poderia ficar inquieto se eu pertencesse à Saxo Bank ou à Columbia, mas eu estou aqui. Seja chefe seja simples membro da equipa, darei o meu máximo. Farei o meu trabalho como me compete. Para ele, o verdadeiro problema seria eu pertencer a outra equipa. Para ele, esta é a melhor situação.
E para si?
Para mim também.
Voltou a encontrar Contador quando fazia o reconhecimento do percurso de contra-relógio por equipas de Montpellier, na manhã de quarta-feira. O que lhe disse?
Não lhe disse grande coisa. Como sabe, há a barreira da língua. Mas as nossas relações não são tensas. Ao jantar não há espanhóis de um lado e americanos do outro. Ficamos todos juntos, misturados. Não falamos um com o outro todos os dias como faço com Leipheimer ou como fazia com George [Hincapie, actualmente no Columbia], mais isso era de esperar.
O Tour começa com um contra-relógio. Nesse aspecto, ficámos bastante desapontados com o seu desempenho este ano?
Na Califórnia, sim. No Giro, a etapa cronometrada das Cinque Terre foi excepcional por ser tão acidentada e em Roma, na última etapa, já não havia nada em jogo. Mas tem razão, este ano não fui bom ao cronómetro.
Vai fazer algumas alterações?
Volto à minha antiga posição, a de 2005. Vai ser tudo igual.
Fez algum treino específico?
Não; treinei mais em montanha. Este ano, o Tour não é muito bom para os contra-relógios. Só há 55 km?
E também vai mudar de bicicleta?
Sim, tenho uma nova, totalmente diferente. Corri com ela em Aspen. É uma bicicleta rápida, muito rápida. Penso que é a mais rápida do mundo. O Alberto tem uma igual e usou-a no campeonato de Espanha.
Christian Prudhomme, director do Tour, disse-nos que quando fez o reconhecimento do percurso do Mónaco, bem antes de o Lance ter anunciado o regresso, disse a si próprio que parecia um percurso feito para si. Está de acordo?
Em 2005, nesse circuito, eu teria destruído a corrida. Teria feito enormes diferenças. É um bom percurso para mim, duro e técnico. Eu vivi aqui. Conheço todas as estradas como a palma da minha mão. Mas já não estamos em 2005?

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8 de jul. de 2009

II CORRIDA CICLISTICA DE ARAPIRACA

II CORRIDA CICLISTICA DE ARAPIRACA
SAÍDA :TREVO RODOVIÁRIO DE ARAPIRACA
DIA:27 DE SETEMBRO 2009
ÁS:8:30
INFORMAÇÕES:JOSINALDO(CORSA)
FONE:9985-7691/96063714/91427669


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16 de jun. de 2009

Primeira vitória de Gideone Monteiro




52º GP di Roncolevá uma das clássicas diletante (categoria de 19 a 26 anos) mais importantes da Itália. Foram 151 quilômetros distribuídos da seguinte forma: primeiro os atletas percorriam 70km na estrada com várias subidas dificultando bastante o percurso, logo após os ciclistas entravam em um circuito onde percorriam 9 voltas de 9 quilômetros cada, onde o maior obstáculo era o forte vento nas estreitas estradas de Roncolevà na regial de Verona.

Na linha de largada se alinhavam 203 atletas das principais equipes sub-23 da Itália nos quais se destacavam três brasileiros integrantes do Projeto Revelando Talentos, Rafael Andriato (UC Trevigiani), Alexandre Manarelli (Marchiol) e Gideoni Monteiro (Montovani) cada um defendendo sua equipe distinta.



Largando com o numero um, Rafael Andriato era o mais visado na prova por ser o atual campeão da competição quando venceu em 2008.

Percorrendo a primeira parte da competição os primeiros ataques não demoraram e começaram ainda nos primeiros quilômetros, mas como as equipes estavam ainda muito agitadas na frente do pelotão ninguém conseguiu se distanciar.

Chegando na segunda parte da prova os atletas já demonstravam um maior desgaste devido ao ritmo alucinante desde a largada e foi quando faltando 3 voltas para o final se formou uma grande fuga com 25 atletas entre eles Manarelli e Gideoni.

A fuga abriu vantagem rapidamente e os ataques eram constantes sem tempo de recuperação, quando completou 2 voltas para a chegada a fuga se dividiu em duas, sobrando apenas 12 sobreviventes para o combate final e assim seguiram forte até faltar 3 quilômetros quando Zhupa Eugert (Nordelettrica Bottoli Ramonda) lançou um forte e poderoso ataque sendo seguido apenas pelo brasileiro Gideoni Monteiro (Montovani), os dois abriram vantagem e a vitória foi decidida nos últimos 150 metros quando na ultima curva Gideoni sem dar chances para Zhupa saiu em primeiro e arrancou como um trem sem freio conquistando de forma espetacular a vitória no 52° G.P. di Roncolevà.



"Eu estou muito feliz por essa vitória, estou me sentindo muito bem já faz algum tempo, venho provado isso com resultados, ja fiz dois 4° lugares e um décimo em provas que largam mais de 150 atletas. Sempre batia na trave mas agora consegui o lugar mais alto do pódio e estou muito feliz. Agradeço a todos que acreditam em min, minha família, meus amigos, o Luciano que sempre vem dando muita força, o Mana (Manarelli) e o Rafa (Rafael), porque aqui somos como uma irmandade!" comentou Gideoni.







Classificação geral final - 151km / 45km/h:

1° Rodrigues Monteiro Gideoni (Vc Mantovani)
2° Zhupa Eugert (Nordelettrica Bottoli Ramonda)
3° Biolo Giampaolo (San Marco Concrete)
4° Manarelli Carlos (Marchiol)
5° Benfatto Marco (Zalf Desirèe Fior)
6° Costanzi Edoardo (CC Cremonese)
7° Andriato Rafael (Uc Trevigiani)
9° Bonomi Davide (Vc Mantovani)
10° Cantone Alessandro (Sergio Dal Fiume)




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31 de mai. de 2009

NIKE E LANCE ARMSTRONG LANÇAM TÊNIS!


O Nike Air Force One de Mister Cartoon é um clássico entre colecionadores de tênis, que chegam pagar até US$3.000 por um par.

Para o projeto Livestrong Stage, parceria entre a Nike e o ciclista Lance Armstrong para o tratamento de câncer, foi feita uma releitura do Air Force One, que foi apresentado com detalhes na cor amarela.

O principal intuito é levantar fundos para a Livestrong - Lance Armstrong foundation e ajudar no combate ao câncer.

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22 de mai. de 2009

VAMOS LUTAR PELO IPI PARA AS BAIKES ?!

Campanha

Bicicletas para todos

Para enfrentar a crise o Governo Federal já baixou o IPI de carros, caminhões e de eletrodomésticos (a chamada linha branca). Nada mais justo do que aprovar agora IPI ZERO PARA BICICLETAS, suas partes e peças. É o que propõe o Projeto de Lei nº 166 de 2009, de autoria do senador Inácio Arruda.

Isenção de IPI para as bicicletas significa mais trabalhadores, estudantes e esportistas com acesso facilitado a um equipamento que:

Preserva o ambiente, pois não polui;
Tem alta eficiência energética. Seu descolamento só depende da energia humana;
Contribui para a saúde do usuário. É terapêutico e profilático. Restaura e mantêm o bem estar físico e mental;
É um meio de transporte rápido para distâncias curtas. Diminui conflitos no trânsito;
É um importante instrumento de lazer e de praticas esportivas.

ACESSE AQUI www.inacio.com.br/abaixo-assinado E ASSINE O ABAIXO ASSINADO.

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20 de mai. de 2009

Lance Armstrong quer esquecer protesto "infeliz"


O ciclista norte-americano Lance Armstrong (Astana) lamentou ontem o protesto realizado domingo pelo pelotão devido às más condições do trajecto da Volta à Itália. A etapa de hoje ficou marcada pela morte de um motard da imprensa italiana.

Domingo, depois de ter realizado a maior parte da prova a um ritmo muito lento o pelotão aumentou a pedalada e terminou a etapa em velocidade de competição, com o triunfo de Mark Cavendish (Columbia-Highroad), em protesto após a queda de Pedro Horrillo.

Segunda-feira à noite, numa mensagem divulgada em vídeo, Lance Armstrong, tido como um dos organizadores do protesto, pediu desculpa pelo sucedido.

"É uma situação delicada, depois de vários dias de frustração. Mas é uma guerra de palavras que deve terminar. Ninguém ficou feliz com o sucedido e muito menos os ciclistas, que querem é pedalar e seguir em frente".

Danilo Di Luca, líder do Giro, também tinha já considerado uma "palhaçada" o protesto, já que os ciclistas acordaram andar lentamente, permitindo a liderança à Rabobank, a equipa do espanhol Pedro Horrillo, que sofreu uma grave queda no sábado e chegou a estar em coma.

A etapa de hoje ficou marcada por outro acidente. Um motard da imprensa italiana que cobria o Volta a Itália em bicicleta morreu num acidente de viação.

O acidente aconteceu nos arredores de Bra (Nordeste) quando Fábio Saccani, de 69 anos que participava pela 33.ª vez no Giro, se deslocava para a partida da 10.ª etapa que tem início em Cuneo.

Amanhã será guardado um minuto de silêncio na partida para a 11.ª etapa em Turim, em memória de Saccani, indicou a organização.

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17 de mai. de 2009

NOTICÍA SOBRE A COPA NORDESTE 2009

XXI Copa Nordeste 2009 - Nota de adiamento

Tendo em vista as fortes chuvas que afetam a região, sendo solidários aos estados atingidos pelas cheias, as demais Federações nordestinas assim como a Confederação Brasileira de Ciclismo entendem que neste momento de grande dificuldade para todos os afetados, não seria possível o cordial e festivo clima de congraçamento entre os participantes do evento.

Diante destes fatos, achamos por bem o adiamento da XXI Copa Nordeste 2009 já deixando marcado o próximo período de realização: 24 a 26 de julho em João Pessoa-PB.

Sem mais no momento,

Atenciosamente,

Departamento Técnico CBC.

MENSAGEM ENVIADA PELA FEDERAÇÃO PARAIBANA DE CICLISMO:
Adiamento da Copa. Solidariedade e bom senso

Prezados amigos do mundo ciclístico!
Nossa Copa Nordeste de Ciclismo estava bem encaminhada, no tocante à sua preparação/realização, não obstante todas as dificuldades político/financeira/estruturais em que nos encontramos. Porém, com esforços sobre naturais e, com muito amor ao ciclismo, conseguimos sobrepujar obstáculos quase intransponíveis, principalmente em se tratando de um Estado pobre e em transição política, como é do conhecimento de todos. Pois bem! Quase tudo pronto, quando então recebemos alguns e-mails de colegas (presidentes de federações), como também de dirigentes da CBC, relatando as catástrofes de que foram vítimas populações inteiras de alguns Estados do nosso tão sofrido Nordeste (o que tornou-se público e notório com a ampla divulgação na mídia nacional). Fato lamentável que nos levou a uma reflexão mais acurada sobre tão grave incidente. Somos sabedores dos esforços que todos dispendem para participar de um evento dessa envergadura. Desde a preparação de seus atletas até o deslocamento de sua delegação, há um desgaste muito grande, sacrificando dias de trabalho, antecipando férias, comprometendo orçamento doméstico, etc.etc...Sem dúvida são prejuízos que abalam certas estruturas, PORÉM, imensuráveis em relação aos transtornos que estão a passar nossos irmãos de alguns Estados como o Maranhão; Piauí; Ceará e Rio Grande do Nortre. Outros Estados foram também afetados, porém, com menos gravidade, como sói ocorrer com a Bahia.
A Paraíba também experimentou sérios prejuízos, inclusive com ampla divulgação na mídia local, afora prejuízos financeiros e esforços de todos que labutam com o ciclismo, mas como Estado anfitrião, jamais poderia negar solidariedade àqueles que no momento estão a precisar de um ombro amigo, de uma palavra de força, de uma injeção de ânimo, para que possam superar essa fase negra que a natureza lhes reservou. Tê-los todos aqui, seria motivo de muita satisfação e congraçamento, porém, essa alegria teve por bem ser adiada por mais alguns dias. Um pouquinho mais de paciência amigos, logo logo estaremos TODOS juntos, competindo e nos confraternizando. O bom senso há de prevalecer.
Aos que não concordam com o adiamento, vai aqui todo o meu respeito e minhas escusas. Aos solidários, minha eterna gratidão e reconhecimento.
QUE DEUS ABENÇOE A TODOS, INDISTINTAMENTE. Até breve...


Jáder Ribeiro - Presidente FPC.
P.S - 24; 25 e 26 de Julho Próximo, serão as datas de nossa copa.

OBS:NOTICIA RETIRADA DO SITE DA CBC



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Alessandro Valverde Suspenso Por Envolvimento No Caso "Operação Puerto"


O ciclista Alejandro Valverde (Caisse D’Epargne) foi hoje suspenso por dois anos pelo Tribunal Nacional Antidoping italiano, que deu provimento à acusação do procurador antidoping do Comité Olímpico Italiano, Ettore Torri. A suspensão é, para já, válida somente para corridas em solo Itáliano. Como o Tour de France deste ano passa pela Itália, o corredor espanhol está impedido de correr a Grande Volta, o seu grande objetivo para 2009. Na base da decisão está a concordância genética entre uma bolsa de sangue apreendida durante a “Operação Puerto” e o sangue extraído do corredor pelas autoridades italianas.

O processo poderá ter continuidade, pois caberá à União Ciclista Internacional (UCI) e à Agência Mundial Antidopagem, assistentes no processo que hoje culminou com a suspensão na Itália, Resta saber se o castigo será somente em território Itáliano ou a todo o resto do Mundo. Recorde-se que com Stefan Schumacher a sua suspensão foi apenas na França pelo seu caso de doping no Tour de 2008, tendo a medida ampliada a todo o mundo por decisão da UCI.

A Caisse D’Epargne considerou injusta a decisão hoje revelada pelas autoridades Itálianas e os representantes de Alejandro Valverde já anunciaram que irão recorrer ao Tribunal Arbitral do Desporto.

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GIRO DE ITÁLIA-Armstrong apaga nome da Astana

O norueguês Boasson Hagen (Columbia) venceu a sétima etapa do Giro, mas o facto do dia na prova italiana foi protagonizado pelo norte-americano Lance Armstrong e pelos seus colegas da Astana.

Os ciclistas da equipa do Cazaquistão apareceram à partida para a etapa com umas camisolas nas quais o nome da Astana era praticamente ilegível. Uma medida de protesto contra a falta de pagamento dos salários, que põe em perigo o futuro da equipa.

Apesar do mediatismo que a presença de Lance Armstrong garante à Astana, os dirigentes da equipa cazaque não pagaram ainda o mês de Abril aos corredores. Por isso, oitos dos nove ciclistas do grupo, liderados pelo norte-americano heptacampeão do Tour, apresentaram-se ontem sem qualquer publicidade visível nas camisolas - a excepção foi Andrey Zeits, o único cazaque da Astana no Giro. "As soluções que nos prometeram nunca mais chegam e não podemos fingir que está tudo bem", justificou o director desportivo Johan Bruyneel.

Indiferente a isso, o norueguês Hagen ganhou a etapa após fuga de 200 km. Danilo Di Luca (LPR) continua com a camisola rosa



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UCI Da Prazo Até 31 Maio Para Astana Saldar As Suas Dividas.



A União Ciclista Internacional fez um ultimato à Astana: ou salda as dívidas com os atletas e auxiliares até dia 31 de Maio ou será suspensa de toda a atividade. Na sequência das dificuldades por que passa a equipe cazaque na qual correm Sérgio Paulinho. Alberto Contador e Lance Armstrong, Lance já veio a público dizer que a solução seria passar a da licença ProTour da Astana ao manager, Johan Bruyneel, para que a fundação Livestrong, liderada pelo próprio Armstrong, possa dar continuidade à equipe até final da época os dirigentes da Astana não comentaram essa proposta.

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Equipe Quick Step Vai APOIAR TOM BOONER

Boonen Foto De Arquivo

A Quick Step vai apoiar o corredor Tom Boonen, tentando ajudá-lo a deixar o “uso ocasional” de cocaína. A equipe mantém o ciclista suspenso por tempo indeterminado e pondera multá-lo. A Quick Step argumenta que Tom Boonen “não é um escravo da droga” nem está viciado, no entanto irá disponibilizar ao corredor apoio psicológico e psiquiátrico para que Boonen não consuma cocaína. Além da prevenção, a equipe promete fazer testes regulares de urina e análises capilares, pelo menos três vezes por ano.

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